Servidores públicos federais farão, a partir da próxima segunda-feira (1/8), o que pode ser chamado de “semana de contra-ataque” ao governo. O objetivo é garantir reajuste salarial em 2023.
A Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal (Condsef) adiantou ao Metrópoles a agenda, que conta com atos no Congresso, no Ministério da Economia e no Supremo Tribunal Federal (STF).
A arrancada ocorre após a categoria perder o aumento no vale-alimentação e o reajuste de 5%. Ambas promessas foram feitas pelo presidente Jair Bolsonaro (PL).
O estresse entre o funcionalismo e o governo aumentou após a verba de R$ 1,7 bilhão reservada para o reajuste salarial do funcionalismo público ainda em 2022 ser usada pelo Ministério da Economia com despesas de outras pastas.
Bets tiraram R$ 62,5 bilhões das famílias brasileiras em 2025, aponta estudo
AAFEP: Demonstrativo de Receitas e Despesas do mês de Maio de 2026
Arrecadação da PB impulsiona eventos, infraestrutura e serviços