Após dois meses seguidos de deflação no Índice de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15), considerado a prévia da inflação, o indicador avançou 0,16% no mês, segundo dados do IBGE divulgados nesta terça-feira (25). A inversão se deu por causa da alta dos alimentos e dos custos com saúde, ao mesmo tempo em que os preços dos combustíveis desaceleraram.
No acumulado de 12 meses, o índice sobe 6,885%, abaixo dos quase 8% dos 12 meses imediatamente anteriores.
No mês passado, o indicador recuou 0,37%, puxado principalmente pela queda nos preços dos da gasolina e do diesel, refletindo o corte do ICMS para essa categoria e a queda do preço do petróleo, que levaram a sucessivas quedas dos valores praticados pela Petrobras.
Mas a gasolina voltou a subir na bomba nas últimas duas semanas, segundo dados da Agência Nacional do Petróleo (ANP). O IPCA-15 ainda não captou esse movimento, pois a coleta de preços vai até 13 de outubro. Mas já aponta uma desaceleração nos preços.
Bets tiraram R$ 62,5 bilhões das famílias brasileiras em 2025, aponta estudo
AAFEP: Demonstrativo de Receitas e Despesas do mês de Maio de 2026
Arrecadação da PB impulsiona eventos, infraestrutura e serviços